Após a morte do jornalista Delson Carlos, em um apartamento no Setor Bueno, em Goiânia (GO), na noite dessa sexta-feira (24/7), a empresária e advogada Renata Oliveira foi presa suspeita de envolvimento no crime. Delson e Renata eram amigos.
Vídeo do jornalista e da amiga:
Renata Oliveira passará por audiência de custódia neste sábado (25/7). Segundo a Polícia Civil de Goiás (PCGO), um inquérito foi instaurado para investigar o ocorrido.
O que aconteceu no apartamento?
Delson Carlos, a advogada Renata Oliveira, a companheira dela e o marido do jornalista estavam bebendo no apartamento de Delson, quando, em determinado momento, houve um desentendimento que terminou em agressão a facadas.
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do Metrópoles
Testemunhas relataram à polícia que a companheira de Renata foi ferida no ombro e que o cachorro de Delson também teria sido golpeado. O jornalista morreu no local após ser esfaqueado.
A coluna Na Mira tenta localizar a defesa de Renata, da companheira dela e do companheiro do jornalista. O espaço segue aberto para posicionamentos.
Quem é a suspeita do crime?
A empresária e advogada Renata Oliveira foi presa. Após o crime, ela se recusou a sair do imóvel, o que obrigou a equipe tática do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) a intervir para resgatá-la.
No momento em que os militares chegaram ao apartamento, a advogada apresentava sinais de alteração psicológica. Após o ocorrido, ela teria se trancado no imóvel e tentado tirar a própria vida. Os policiais precisaram utilizar artefatos de efeito sonoro para distraí-la e uma arma de choque (taser) para contê-la.
Veja momento em que a suspeita é contida:
Ainda não se sabe a real motivação do crime e as circunstâncias nas quais as brigas aconteceram.
Quem era Delson Carlos?
Delson Carlos comandava a Coluna Delson Carlos, publicada no Diário de Aparecida. O espaço trazia informações sobre acontecimentos sociais, personalidades e eventos realizados no estado.
Além da coluna, ele atuava como editor da Revista Class e do Portal Class News, veículos que cobrem eventos sociais e institucionais.
Delson também mantinha presença ativa nas redes sociais, onde reunia cerca de 95 mil seguidores. No Instagram, apresentava-se como jornalista, assessor de imprensa, editor da Revista Class, formado em Marketing e com pós-graduação.
A área foi preservada para os trabalhos da perícia. A Polícia Civil de Goiás (PCGO) dará continuidade às investigações para apurar a dinâmica e a motivação dos fatos.
Fonte: Metrópoles











