Motorista de aplicativo é preso suspeito de estuprar passageira durante corrida em BH

Caso ocorreu no bairro São Lucas, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Imagens de câmeras de segurança analisadas pelos investigadores ajudaram a comprovar a dinâmica do crime.

A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu um motorista de aplicativo, de 40 anos, suspeito de estuprar uma passageira, de 25, durante uma corrida no bairro São Lucas, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

O crime aconteceu na madrugada do dia 26 de fevereiro. Segundo as investigações, a mulher havia solicitado o carro por aplicativo ao sair de um bar acompanhada de um amigo. Durante o trajeto, o homem desceu primeiro do veículo e a passageira seguiu viagem sozinha com o motorista.

Câmeras de segurança ajudaram na investigação

De acordo com a Polícia Civil, os abusos começaram ainda durante a corrida. Imagens de câmeras de segurança analisadas pelos investigadores ajudaram a comprovar a dinâmica do crime.

Segundo o relato da vítima, o motorista já fazia comentários e atitudes de assédio antes de estacionar o carro e desligar o veículo. Nesse momento, ele teria segurado as mãos da passageira para impedir qualquer reação e continuado com os abusos.

Motorista fugiu após o crime

Ainda conforme as investigações, a mulher conseguiu se soltar após alguns minutos, pegou o celular e começou a gravar o suspeito. Ela desceu do carro, mas o motorista teria ido atrás dela insistindo para que voltasse ao veículo.

A Polícia Civil informou que o crime só não teve continuidade porque um motociclista passou pelo local e ajudou a vítima. Ela mesmo acionou um outro motorista de aplicativo. Após o crime, o suspeito fugiu no carro.

Suspeito tinha passagens

Segundo a polícia, o suspeito está à disposição da Justiça. Ele já tinha passagens por tentativa de homicídio, lesão corporal e desacato.

Para os investigadores, os elementos reunidos durante o inquérito foram suficientes para comprovar a autoria do crime e justificar a prisão preventiva do homem, já que ele continuava trabalhando como motorista de aplicativo e poderia fazer novas vítimas.

Fonte: g1