Foram R$ 269 milhões aportados entre capital e empréstimo; com esse aporte, o clube fechou o ano praticamente sem déficit de caixa
Pedro Lourenço, controlador da SAF do Cruzeiro, precisou injetar uma quantia expressiva para cobrir o prejuízo do clube em 2025.
Foram R$ 269 milhões aportados entre capital e empréstimo. Com esse aporte, o clube fechou o ano praticamente sem déficit de caixa. A reportagem do jornalista Rodrigo Mattos, do UOL, trouxe todos os detalhes do balanço financeiro.
Pontos positivos:
- Forte crescimento de receita, especialmente na área comercial;
- Alto investimento no elenco principal;
- Evitou uma crise de caixa;
- Dívida com perfil relativamente controlado.
- Pontos de atenção: Prejuízo ainda elevado;
- Custos totalmente fora de controle, com destaque para a folha salarial;
- Dependência extrema dos aportes de Pedro Lourenço;
- Dívida líquida continuando a subir;
Falta clara de autofinanciamento: as receitas ainda não cobrem os gastos.
Enfim, o Cruzeiro está caminhando com as pernas do seu dono.
Enquanto Pedro Lourenço seguir bancando o clube, a equipe consegue competir em alto nível. No entanto, esse modelo não é sustentável a longo prazo.
Qualquer clube que não consegue se manter com as próprias pernas corre risco constante.
Todo torcedor merece sonhar alto, mas também precisa acompanhar com atenção a saúde financeira do seu clube.
*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.
Fonte: Jovem Pan




