Um ano após se mudar para o Retiro dos Artistas, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, Marcos Oliveira, o Beiçola de A Grande Família, da Globo, comemorou a data nas redes.
Dias depois de causar polêmica ao chamar moradores de mal-educados e reclamar da falta de sexo no local, o ator publicou um vídeo em que faz um balanço do período, com recados e respostas às críticas. No vídeo, Marcos resumiu o período no abrigo, sem esconder que a convivência teve seus altos e baixos.
“Comemoro um ano de Retiro. Estou aqui já há um ano, muito bem. Claro, com conflitos, com um monte de coisa. Mas sempre prestando atenção no futuro. Para sempre lutar pela dignidade humana. E tenho muita coisa para lutar pela minha dignidade”, afirmou.
Na sequência, o ator citou gastos pessoais e deixou claro que ainda busca trabalho para se manter, mesmo fora do ritmo de antes.
“Estou aprendendo muita coisa, estou vivendo muita coisa. E quero trabalhar, fazer o meu trabalho como sempre. Claro que não com a mesma cara horário. Mas fazer algum trabalho para poder viver a minha vida, custear meus gastos. Tenho fralda para comprar, tenho remédio, creme para passar, tenho psoríase. Enfim, uma infinidade de coisas”, disse.
No registro, o ator, de 69 anos, também agradeceu a apoios recebidos ao longo do período. Citou Marieta Severo, que viabilizou a construção de sua casa no Retiro, Tatá Werneck, responsável por custear seu plano de saúde, além de Zezé Motta e Stepan Nercessian, presidentes da instituição.
“E quero agradecer a todos vocês que me ajudaram. E àqueles que são do contra, vai ser alguém na vida. A gente larga de mão. Pode falar à vontade. Simplesmente, eu não ligo. E, qualquer coisa, eu entro na Justiça. Vamos levando”, declarou.
E finalizou: “Vamos pensar nas forças positivas e agradecer por estar sempre disposto ao futuro, ao trabalho. Isso que importa”, concluiu.
Confira!
Climão no Retiro
A passagem de Marcos Oliveira pelo Retiro dos Artistas ganhou um episódio polêmico. Em entrevista, o ator afirmou que enfrenta dificuldades de convivência no abrigo e expôs atritos com outros moradores.
Na conversa, ele classificou colegas como mal-educados e disse que o ambiente ignora questões básicas do dia a dia. Também reclamou da ausência de espaço para discutir sexualidade dentro da instituição e afirmou que não pode levar acompanhantes ao local.
“A gente, que é mesmo que é velho, a sexualidade existe. No inconsciente, à noite, você tem desejos, entendeu? Sexuais noturnos. E isso não se toca no assunto, porque velho é para não sentir mais prazer, para não ter mais relação”, disse em entrevista à Veja.
Fonte: Metrópoles













