Nem o período eleitoral começou oficialmente e o suíço já conquistou o apoio de 111 confederações das 211 que têm direito a voto. Isso significa maioria absoluta no primeiro turno
Faltam cerca de 300 dias para o Congresso da FIFA e o presidente Gianni Infantino já pode comemorar: sua reeleição está praticamente garantida.
Nem o período eleitoral começou oficialmente e o suíço já conquistou o apoio de 111 confederações das 211 que têm direito a voto. Isso significa maioria absoluta no primeiro turno.
Bloco africano, asiático e sul-americano garante a vitória
As confederações da África, Ásia e América do Sul prometeram votos maciços a Infantino. O principal motivo? Dinheiro na conta.
Sob sua gestão, o repasse anual da FIFA para cada associação nacional quadruplicou: subiu de US$ 2 milhões para US$ 8 milhões por ciclo de quatro anos. Para muitas federações menores, esse aumento mudou completamente o jogo.
Torcedor paga caro, dirigente comemora
Enquanto o torcedor reclama dos preços altos dos ingressos da Copa do Mundo, os dirigentes estão felizes. Infantino tem sido direto nos bastidores: os bilhões gerados com ingressos, direitos de TV e patrocínios vão priorizar as confederações — ou seja, exatamente quem vota nele.
Resultado: sua base eleitoral está radiante.
Europa critica, mas não tem força para impedir
O principal foco de oposição vem da UEFA, que reúne 55 votos. Os europeus questionam duramente:
- A expansão dos Mundiais
- O calendário sobrecarregado de jogos
- Questões de direitos humanos
No entanto, mesmo sem o apoio europeu, Infantino já tem os votos necessários para se reeleger. A Europa protesta, mas não tem poder suficiente para mudar o rumo.
Cenário atual
Até o momento, nenhum candidato de oposição com real chance de competir apareceu. Com o apoio consolidado e a máquina funcionando a todo vapor, a reeleição de Gianni Infantino parece ser apenas uma formalidade.
*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.
Fonte: Jovem Pan




